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A Oficina de Elaboração de Projetos Culturais propõe-se a capacitar gestores públicos municipais e agentes e coletivos culturais para que possam desenvolver projetos culturais objetivando a captação de recursos financeiros junto a fontes de financiamento (mediante a Lei Rouanet, por exemplo) para realização dos seus projetos. Na Oficina serão repassados, passo a passo, todos os procedimentos aos participantes.
 
A Oficina será realizada na Casa do Patrimônio/Iphan em Igarassu (PE), à rua Barbosa Lima, nº 122, Sobrado do Imperador, Sítio Histórico.
 
Período: 8 a 10 e 15 a 17 de junho de 2016, das 14:00h às 18:00h.
 

Informações e INSCRIÇÕES na Casa do Patrimônio/Iphan em Igarassu (PE). Telefone: 81.35450537.

 

 

A equipe do Museu da Educação do Distrito Federal convida V. Sª. para o evento “Candangolândia: Museu da Educação e a identidade de uma comunidade pioneira”, a realizar-se no dia 20 de maio de 2016 conforme programação em anexo. . O evento integra a celebração da 14ª Semana Nacional de Museus, de iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM/Minc).

 

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Estão abertas as inscrições para a oficina “Caminhos da Memória: Inventários Participativos”. Uma parceria entre o Iphan e Ibram, a oficina será realizada nos dias 24 e 25 e maio em João Pessoa/PB.

A oficina é voltada para gestores e atores culturais, professores, pontos de memória, pontos de cultura e profissionais de museus. Tem como finalidade capacitar esses agentes na metodologia proposta para a realização de inventários participativos de referências culturais de comunidades e dos diversos grupos sociais.

Mais informações e ficha de inscrição podem ser obtidas no blog da Casa do Patrimônio da Paraíba:http://casadopatrimoniojp.com/?p=1325.

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Diversas ações de formação e sensibilização em Educação Patrimonial foram realizadas pela Superintendência do Iphan em Santa Catarina, por meio da Representação no Vale do Itajaí, e em parceria com as Prefeituras Municipais de Pomerode e Jaraguá do Sul.

Contando com a colaboração da Coordenação de Educação Patrimonial do Iphan, foram realizadas as oficinas “Formação em Educação Patrimonial: conceitos e estratégias”, com representantes das escolas municipais de Pomerode, como diretores, coordenadores pedagógicos e professores; e também com profissionais do campo da educação e cultura, em Jaraguá do Sul, nos dias 27 e 28 de abril de 2016, respectivamente. A intenção foi conversar sobre os conceitos e diretrizes norteadoras da Educação no campo do Patrimônio Cultural e apresentar algumas estratégias práticas para a elaboração de atividades educativas, com foco no uso dos Inventários Participativos.

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Também foi realizada a oficina “O que é meu Patrimônio?” com alunos do quarto ano do Ensino Fundamental da Escola Amadeu da Luz, em Pomerode, nos dias 28 e 29 de abril, com o objetivo de sensibilizar o público escolar para os temas do patrimônio cultural. Os resultados desta ação serão divulgados no âmbito das atividades da Semana Nacional de Museus, cuja tema escolhido em 2016 é “Museus e Paisagem Cultural”, que por sua vez está diretamente ligado ao projeto “Roteiros da Imigração” do Iphan.

Espera-se, com tais ações, fortalecer as articulações entre Iphan, museus e instituições de ensino do Vale do Itajaí/SC, assim como estimular o desenvolvimento de práticas educativas de valorização e preservação do patrimônio cultural local.

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Resultado de amplo debate, pesquisas e avaliações das práticas e ações educativas voltadas à preservação do Patrimônio Cultural, a portaria nº 137, de abril de 2016, publicada nesta sexta-feira, 29 de abril, consolida as atuais diretrizes com as quais o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tem atuado no campo da Educação Patrimonial.

O documento apresenta um conjunto de marcos referenciais para a área enquanto prática transversal aos processos de preservação e valorização do patrimônio cultural. Entre eles está a diretriz que afirma que os processos educativos deverão primar pelo diálogo permanente entre os agentes sociais e pela participação efetiva das comunidades. Ao todo são oito diretrizes.

O texto também identifica o Projeto Casas do Patrimônio como instrumento estratégico de implementação da política de Educação Patrimonial. Assim, as Casas do Patrimônio – quando resultantes de um arranjo institucional entre o Iphan, a comunidade local, sociedade civil e demais instituições públicas e privadas  –  objetivarão a promoção de ações educativas, visando fomentar e favorecer a construção do conhecimento e a participação social para o aperfeiçoamento da gestão, proteção, salvaguarda, valorização e usufruto do patrimônio cultural brasileiro.

Ainda são indicados na portaria dois textos referenciais para a prática de Educação Patrimonial pelo Iphan: Educação Patrimonial: Histórico, conceitos e processos (2014) e a publicação Educação Patrimonial: inventários participativos (2016).

Confira a íntegra da Portaria.

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Em 2014, a Repep realizou o seu I Encontro de Trabalho que teve o objetivo de construir coletivamente a Rede e contou ampla presença de interessados em debater o que deve ser uma rede educativa no campo do patrimônio.

No 2o ENCONTRO DE TRABALHO serão apresentados os primeiros resultados de trabalhos que a Rede vem desenvolvendo por meio de seus GTs (Grupos de Trabalho), visando repensar estratégias de atuação e o que vem a ser o papel de um coletivo educador na área de patrimônio. Para tanto, contaremos com as mediadoras Ingrid Hötte Ambrogi, professora do Programa de Pós Graduação em Educação Arte e História da Cultura e do Curso de Pedagogia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e Sônia Regina Rampim Florêncio, Coordenadora de Educação Patrimonial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

Durante o II Encontro também teremos o lançamento da publicação Educação Patrimonial: Inventários Participativos do IPHAN. A publicação   é um desdobramento do Programa Mais Educação, a partir de sua apropriação pela sociedade civil. É direcionada para uso livre de todos como um instrumento para a mobilização social por meio das referências culturais. A metodologia está sendo utilizada pela REPEP no GT Baixo Centro.

PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO:

9:00 – 9:30 | Credenciamento

9:30 | Abertura Museu da Imigração e apresentação REPEP

  • O que é educação patrimonial?

10:30: Mesa 1: Apresentação dos Grupos de Trabalho

  • GT Baixo Centro: O Inventário participativo: Minhocão contra gentrificação;
  • GT Brasilândia Ó: A vista da Freguesia do Ó;
  • GT São Luiz do Paraitinga: O material de apoio em Educação Patrimonial.

12:00 | Debate com o público

12:30 | Lançamento da publicação IPHAN:

Educação Patrimonial: Inventários Participativos

12:30 – 14:30 | Pausa para almoço e visita livre ao museu

14:30 | Mesa 2: Apresentação de Grupos de Trabalho e debates.

  • GT Bixiga: Ações desenvolvidas e desafios de atuação;
  • GT Paranapiacaba: Explorando problemáticas do território;

 

15:30 | Debate com o público

16:00 | Apresentação das debatedoras

  • avaliação dos trabalhos realizados e a perspectiva de ações futuras da Rede

17:00 | Debate e encerramento

 

Debatedoras confirmadas

  • Ingrid Hötte Ambrogi. Possui graduação em Pedagogia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1985), mestrado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (1998) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é professora adjunta I do Programa de Pós Graduação em Educação Arte e História da Cultura e do Curso de Pedagogia da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desenvolve pesquisas nas áreas de História da Cultura e Educação com temáticas sobre processos educativos, prédio escolar, a cidade de São Paulo e organização de arquivos e acervos.
  • Sônia Regina Rampim Florêncio. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1988), especialização em Sociologia Rural pela Universidade Estadual de Campinas (1993), especialização em Políticas Públicas de Proteção e Desenvolvimento Social pela Enap (2013) e mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2003). Atualmente é Coordenadora de Educação Patrimonial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. Suas experiências de pesquisa e trabalho são:educação de jovens e adultos e educação patrimonial, metodologias participativas.

 

Data: 14 de maio de 2016 (sábado)
Horário: 9h – 17h30
Local: Museu da Imigração | Rua Visconde de Parnaíba, 1316 (melhor acesso pelo metrô Bresser-Mooca)

Inscrições gratuitas
Clique aqui.

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 Um desdobramento do Programa Mais Educação, realizado em parceria com o MEC, nas escolas públicas do Brasil, com o objetivo de fazer com que os alunos identificassem suas referências culturais. O uso nesses espaços fez com que a sociedade se apropriasse deste instrumento para além dos muros das escolas e fosse usado por grupos e comunidades a partir de uma linguagem que se comunica com os indivíduos, contudo sem formalizar o reconhecimento por parte das instituições oficiais de preservação.

O acesso ao Inventário Participativo é livre, podendo ser utilizado sem a necessidade de autorizações ou cessão de direitos. A ideia é fomentar a discussão sobre patrimônio cultural, disponibilizando mais uma forma de acesso da comunidade para que identifique e trave uma relação de conhecimento com suas referências culturais. Ainda, aborda o entendimento de elementos como território, convívio e cidade como possibilidades de constante aprendizado e formação, associando valores como cidadania, participação social e melhoria de qualidade de vida.

O patrimônio como desenvolvimento econômico e social e a comunicação como meio de interlocução social são pontos de ação do Iphan para os próximos anos. Dessa maneira, os inventários participativos se enquadram em uma abordagem contemporânea do patrimônio, em que a educação não é “bancária”, como abordava Paulo Freire, funcionando como um depósito de informações. Neste caso, a educação patrimonial propõe o questionamento e a produção do conhecimento dialógico, no qual a comunidade possa conversar entre si e pensar suas referências culturais.

A coordenadora de Educação Patrimonial do Iphan, Sônia Rampim Florêncio, acredita que foi dado um passo importante para se concretizar o processo de empoderamento da sociedade, uma vez que o instrumento é um caminho, uma ferramenta mas o conhecimento e a valoração é feita em sua totalidade pelas pessoas, pelo cotidiano dos indivíduos e sua relação coma cultura.

Experiência
Mestre em educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Alessandra Gama, utilizou o inventário, ainda no âmbito do Programa Mais Educação, com o Coletivo Salvaguarda da Capoeira de Campinas, que reuniu 12 grupos. O trabalho de inventariar as referências culturais, o exercício documental e de pesquisa impactou os processos de apropriação das expressões culturais que envolvem a capoeira e, agora, estão sendo sistematizados esses dados para que sejam apresentados à sociedade.

Alessandra Gama diz que a experiência reverberou na salvaguarda do patrimônio cultural e “despertou a noção de pertencimento a partir de uma prática mais educativa que tenha a ver com a cultura local, com a valorização da comunidade local tem a importância nas duas esferas para os bens culturais reconhecidos e para os bens que não necessariamente serão alvo de politicas públicas”.

Dessa maneira, o inventário participativo, pautado na política de educação patrimonial, passa a ser um instrumento multiplicador que resulta na produção de conhecimento por meio de diversas perspectivas.

O Inventário Participativo é uma ferramenta para a mobilização social em torno das referências culturais. Ele nasceu como um material pedagógico para o Programa Mais Educação, portanto, direcionado ao contexto escolar. No entanto, sua apropriação pela sociedade civil e pelas comunidades se deu por demandas espontâneas. Tivemos notícia de que Pontos de Cultura, Pontos de Memória, comunidades indígenas e quilombolas já estavam auto inventariando suas referências culturais utilizando o Material do Programa Mais Educação. Foi daí que surgiu a ideia de transformar a linguagem do inventário, inicialmente preparado para as escolas, e direcioná-los para as comunidades e pra toda sociedade. Acreditamos muito no caminho de fortalecimento do protagonismo das comunidades em evidenciar a cultura como eixo de desenvolvimento local.

Link para baixar:
http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/InventarioDoPatrimonio_15x21web.pdf

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