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A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através da Coordenadoria do Patrimônio Cultural (Probech), participará do I Fórum Nacional do Patrimônio Cultural, que será realizado entre os dias 13 e 16 de dezembro, deste ano, na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. A presença da prefeitura no fórum é resultado da seleção na Chamada de Experiências de Gestão e Políticas de Patrimônio Cultural.

O evento é realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em parceria com o Fórum Nacional de Dirigentes e Secretários Estaduais de Cultura e a Associação Brasileira de Cidades Históricas (ABCH). Nele foram inscritas 92 experiências oriundas de 15 Estados do país e cinco projetos estrangeiros. Os painéis cadastrados representam diversas linhas de atuação dentro da temática do patrimônio cultural realizadas por iniciativas municipais, estaduais, instituições acadêmicas e entidades não-governamentais.

João Pessoa compõe o grupo das 50 experiências selecionadas para apresentação no evento. A cidade levará o projeto de Educação Patrimonial realizado nas escolas da rede municipal. O trabalho, que já existe, tem como prioridade a implantação do tema da educação patrimonial de forma transversal na matriz curricular da rede municipal de ensino. Essas ações serão desenvolvidas de forma compartilhada, sustentável, permanente e sistemática. Para tanto, estão sendo realizadas oficinas, capacitações e produção de material didático, fruto e ações integradas entre PMJP, Iphan-PB, Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

 Amplitude do projeto se concretiza na introdução de uma política pública de Educação Patrimonial no município de João Pessoa de forma compartilhada, favorecendo o reconhecimento, valorização, preservação, apropriação e uso sustentável dos bens culturais. O resultado disso é o fortalecimento da identidade cultural e da cidadania dos pessoenses.

Veja a notícia original

Fonte: www.paraiba.com.br

Atividades na Ilha do Mel_nov_09 (3)O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  – Iphan no Paraná está promovendo o projeto de educação patrimonial junto às escolas de ensino fundamental da Ilha do Mel com o objetivo de resgatar e valorizar as tradições locais, bem como destacar a importância do patrimônio histórico, cultural e natural da Ilha.

 

Atividades na Ilha do Mel_nov_09 (5)  Atividades na Ilha do Mel_nov_09   Atividades na Ilha do Mel_nov_09 (2)  

 Entre os dias 9 a 13 e 24 a 26 de novembro, crianças e jovens das comunidades de Nova Brasília e Encantadas vão participar de atividades tais como desenvolver um livro e também um “mapa de tesouros do patrimônio cultural da ilha”, que depois ficará em exposição na Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres.

Fonte: Iphan Paraná

O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan -  em parceria com o Laboratório de Educação Patrimonial da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense realizam III curso de Extensão : Educação, Patrimônio Cultural e Cidade de 27 a 29 de outubro de 2009. As inscições podem ser feitas até dia 25 de outubro

O objetivo do curso é refletir sobre sentidos e usos do patrimônio cultural em espaços sociais urbanos dando especial atenção às iniciativas populares de museu comunitário.

No ato de inscrição o candidato deverá apresentar, para processo de seleção, currículo resumido e uma carta justificando seu interesse pelo curso e explicitando sua percepção das relações entre Educação, Patrimônio Cultural e Cidade.

Veja a programação no link abaixo:
convite curso programação

Serviço:

III curso de Extensão : Educação, Patrimônio Cultural e Cidade
Inscrição até 25 de outubro, pelo e-mail: laboep-uff@vm.uff.br.
Curso gratuito. 50 vagas

A Casa do Patrimônio de Iguape, mantida pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – promoveu, na sexta-feira, 2 de outubro, no Centro Cultural Roberto Gomes Colaço, a cerimônia de entrega de certificados aos alunos do Curso de Maquetes.

No evento participaram alunos e familiares, além dos representantes da Prefeitura. Os 30 alunos receberam os certificados do curso, que teve duração de 80 horas e foi ministrado pelo arquiteto contratado pelo Iphan, Washington Luíz de Araújo, no período de 15 de junho a 15 de julho, na Casa do Patrimônio. Representantes da Prefeitura estão participando de capacitações e do processo de elaboração do Plano de Ação para Cidades Históricas, instrumento de gestão voltado para o Centro Histórico do município.

O Plano considera a relação com o conjunto da cidade e da região, na perspectiva da promoção do desenvolvimento local e regional. O Plano de Ação será instrumento de priorização do Iphan na realização de investimentos nas Cidades Históricas.

A presidente da Associação dos Artesões de Iguape, Anísia Ricardo Lourenço, que também recebeu certificado, relatou a seriedade e qualidade do curso e sua importância, principalmente para os mais jovens, e em nome de todos os alunos agradeceu a Prefeitura de Iguape e o Iphan.

Após a cerimônia de entrega dos certificados, foi aberta a exposição dos trabalhos realizados pelos alunos.

Fonte: http://diariodeiguape.com/2009/10/11/lunos-do-curso-de-maquetes-do-iphan-recebem-certificados/

Projeto que valoriza tato, olfato, visão e audição redescobre detalhes de Ouro Preto e promove a preservação da cidade

A textura das paredes, o cheiro dos becos e córregos, o som das ruas, os detalhes quase imperceptíveis de casas, igrejas e monumentos. Mais do que uma vivência diferenciada da cidade histórica de Minas Gerais, o projeto Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania sugere uma interpretação do patrimônio cultural de Ouro Preto por meio da percepção sensorial do ambiente.

A iniciativa é uma parceria da Fundação de Arte de Ouro Preto – Faop, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan e da Universidade Federal de Ouro Preto – Ufop. Partindo de roteiros diversificados, o projeto permite que as pessoas conheçam e descubram particularidades e segredos de Ouro Preto. As visitas, acompanhados por dez monitores do curso de Artes Cênicas e Turismo da Ufop, são uma ação de educação patrimonial e destinadas à comunidade ouro-pretana e aos estudantes da Ufop.

O projeto Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania está estruturado em roteiros sensoriais que procuram abordar conteúdos de arte, cultura e história, além de particularidades dos elementos de identidade do patrimônio cultural e natural de Ouro Preto.

A iniciativa permite uma vivência diferenciada do ambiente, conduzindo os participantes a uma fruição estética da cidade. A idéia começou como programa de disciplina e passou a ser um projeto de extensão universitária do Departamento de Turismo da Ufop. O arquiteto, professor e um dos coordenadores do projeto, Juca Villaschi, explica que “a metodologia foi desenvolvida a partir da disciplina Percepção e Interpretação do Patrimônio Histórico Ambiental Urbano, fundamentada nos estudos da Fenomenologia da Percepção de Merleau Ponty”. Já a presidente da Faop, Ana Pacheco, ressalta a importância da integração que um projeto como o Sentidos Urbanos possibilita. Para ela, “a iniciativa permite sensibilizar a comunidade para a preservação patrimonial, a valorização dos bens utilizados no seu dia-a-dia, intensificando a máxima de que só cuidamos daquilo que conhecemos e gostamos”.

Roteiros

A coordenadora executiva do projeto e técnica do Iphan, Simone Monteiro, explica que os roteiros organizados estão dirigidos ao uso dos sentidos. “Pretende-se assim que, ao explorar caminhos cotidianos, seja aguçada a consciência temporal e espacial, transformando espaços indiferenciados em lugares onde as pessoas se reconheçam, ampliando a percepção dos ambientes e construindo valores necessários à preservação do patrimônio cultural”. Durante os roteiros, de forma lúdica, as informações são passadas aos participantes que, conhecendo melhor sua cidade, podem reconstruir as relações entre passado, presente e futuro, transformando comportamentos em relação ao universo histórico-cultural.

O projeto desenvolveu quatro roteiros diferentes que começam com dinâmicas de sensibilização e terminam com oficinas de registros de impressões, para troca de sensações e experiências.

Roteiro número 1
Do adro da Igreja São Francisco de Assis até o Núcleo de Arte da Faop – antiga casa do presidente Pedro Aleixo e do artista plástico Guignard – no bairro Antônio Dias.

Roteiro número 2
Do Complexo Cultural Bernardo Guimarães, sede administrativa da Faop, no bairro Cabeças, até adro da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

Roteiro número 3
Da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos até a antiga Casa da Baronesa, sede do escritório técnico do Iphan.

Roteiro Noturno
Da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos até a Matriz de Nossa Senhora do Pilar.

Os roteiros são gratuitos, mas é necessário fazer o agendamento no Escritório Técnico do Iphan em Ouro Preto pelo telefone (31) 3551 3099 ou pelo endereço eletrônico sentidosurbanosop@gmail.com. As próximas visitas agendadas acontecem entre os dias 14 e 17 de setembro, com o Instituto Federal de Minas Gerais em Ouro Preto– IFMG-OP, que também agendou os roteiros entre os dias 28 e 30. A calourada do Diretório Central dos Estudantes – DCE marcou roteiros de 21 a 25 deste mês. O IFMG-OP já programou também visitas para os dias primeiro, 13, 14, 15 e 19 de outubro.

Mais informações:
Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania
www.projetosentidosurbanos.blogspot.com
Juca Villaschi – Ufop: (31) 8878 2140
Ana Pacheco – Faop: (31) 3551 2014 ou (31) 98064520
Natália Rodrigues ou  Ana Amaral – Iphan: (31) 3551 3099

Assessoria de Comunicação Iphan / Monumenta
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
(61) 3326-6864 / 3414-6187
ascom@iphan.gov.br
www.iphan.gov.br

Colóquio França-Brasil: cooperação para a defesa do patrimônio 
  
O Rio de Janeiro será palco, na próxima semana, do encontro entre França e Brasil para troca de experiência e debates sobre as ações de preservação e gestão do patrimônio cultural. O Colóquio França-Brasil sobre Patrimônio Cultural, de 5 a 8 de outubro, integra a programação do Ano da França no país. O encontro será aberto ao público, com entrada franca. O cadastramento será feito no local, antes do início da programação de cada dia, até o limite de 500 participantes.

Um dos grandes destaques do evento é a assinatura do Protocolo de Intenções que será assinado pelo Ministério da Cultura brasileiro, representado pelo presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, Luiz Fernando Almeida, e o Ministério da Cultura e Comunicação francês, por meio da Direção de Arquitetura e do Patrimônio – Dapa, representado por seu diretor, Michel Clément.

O Colóquio França-Brasil sobre o Patrimônio Cultural também será uma oportunidade para debater e conhecer as propostas de pesquisadores e cientistas de destaque no Brasil e no mundo, como Patrick Schnepp, diretor do Museu Marítimo de La Rochelle, na França, e Bruno Favel, chefe da Missão dos Assuntos Europeus e Internacionais, Direção da Arquitetura e do Patrimônio da Dapa. Também participam dos debates o professor Carlos Alberto Etchevarne, pesquisador em arqueologia urbana e arte rupestre, o mineiro Luiz Phelipe Andrès, autor de várias publicações sobre o patrimônio, diretor do Estaleiro Escola de São Luís do Maranhão e membro do Conselho Consultivo do Iphan.

Outros nomes de destaque no contexto nacional são do professor Aziz Ab’Saber, cientista e professor universitário brasileiro considerado referência em assuntos relacionados a impactos ambientais e meio ambiente que participará das discussões sobre paisagem cultural, e do arquiteto e professor da Universidade de São Paulo – USP, Hugo Segawa, coordenador do Docomomo, uma organização internacional voltada para a preservação da arquitetura moderna.

Mesas temáticas

No primeiro dia do evento o tema dos debates é a arqueologia, começando com a discussão sobre a legislação dos dois países para identificar possibilidades de avanços jurídicos e processuais no campo da arqueologia no Brasil. O tema Paisagens Culturais e Inventários, que será debatido no segundo dia, é um dos grandes desafios que o Iphan enfrenta atualmente, visto que a construção de um instrumento legal para a chancela de Paisagens Culturais Brasileiras ainda está em discussão.

O Patrimônio Naval será abordado no terceiro dia do evento. O tema foi escolhido porque a França é um dos países com maior tradição naval do mundo. No Brasil, apesar de ser o mais rico mundialmente em diversidade de embarcações tradicionais, o Patrimônio Naval ainda é um campo inexplorado. Vale ressaltar que no mesmo período, também no Palácio Gustavo Capanema, estará em exposição no Rio de Janeiro a mostra Barcos do Brasil e a Coleção Álvares Câmara – Século XXI, lançada pelo Iphan em 2008 e que já passou por várias cidades brasileiras. A exposição apresenta réplicas de embarcações marítimas, fluviais e lacustres utilizadas no Brasil.

A Arquitetura Moderna e Contemporânea fecha o Colóquio França-Brasil sobre Patrimônio Cultural no dia 8 de outubro. Também neste caso, a experiência francesa vai aprimorar a reflexão e expandir o debate sobre a proteção da arquitetura moderna e a qualidade da arquitetura contemporânea, avaliando as intervenções realizadas atualmente em centros históricos brasileiros e franceses.

Programação:
Acesse aqui

Serviço:
Colóquio Fraça-Brasil
Data: de 5 a 8 de outubro de 2009, das 9h às 18h
Local: Palácio Gustavo Capanema – Rua da Imprensa, 16 – Centro – Rio de Janeiro
Entrada franca (mediante cadastramento no local)

Mais informações:
 Assessoria de Comunicação Iphan / Monumenta
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
Fones: (61) 3326-6864 / 3414-6187
www.iphan.gov.br / @IphanGovBr

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan realiza em Pernambuco, a partir de sábado, dia 12, uma oficina de educação patrimonial destinada a 40 professores de ensino fundamental e médio, do Liceu Nóbrega de Artes e Ofícios, em Recife. Este é um projeto de ações educativas promovido pela superintendência do Iphan em Pernambuco. O objetivo é capacitar os professores para o trabalho interdisciplinar, levando aos estudantes temas ligados ao patrimônio cultural, por meio de ações pedagógicas.

A proposta, segundo o superintendente do Iphan, Frederico Almeida, “é que sejam formatados novos planos de trabalho para serem desenvolvidos no Liceu Nóbrega de Artes e Ofícios durante esse semestre”. Ele conta que, ao final no período letivo, a produção dos alunos será exposta à sociedade durante a Jornada do Patrimônio Cultural, prevista para dezembro, em Recife.

Jornada do Patrimônio Cultural
O evento apresentará diversas ações voltadas para segmentos da sociedade civil, despertando a importância do patrimônio cultural pernambucano e destacando a atuação do Iphan e seus parceiros institucionais.

Com a exposição Sopro do tempo: patrimônio nacional em Pernambuco o Iphan vai trabalhar a vitalidade do patrimônio cultural, material e imaterial. Além disso, a Jornada também vai contar com a exposição dos trabalhos produzidos pelos alunos do Liceu Nóbrega de Artes e Ofícios, no mesmo estilo das já conhecidas feiras de ciências. Também estão programados um seminário acadêmico-científico com debates sobre educação patrimonial e uma feira de negócios, voltada para o grande público, promovendo a visibilidade aos trabalhos do Iphan e dos seus parceiros na preservação do patrimônio cultural.

Serviço:
Data: 12 de setembro de 2009
Horário: a partir das 9h
Local: Liceu Nóbrega de Artes e Ofícios da Universidade Católica de Pernambuco – Rua do Príncipe, 526, Recife-PE

Saiba mais
Assessoria de Comunicação Iphan / Monumenta
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
(61) 3326-6864 / 3414-6187
ascom@iphan.gov.br
Fonte: www.iphan.gov.br

Trinta alunos dos cursos de Geografia, História e Turismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) estão sendo capacitados para participar do projeto Educação Patrimonial da Rede Municipal de Ensino.

O programa tem como objetivo levar os estudantes desses cursos para atuar como colaboradores nas excussões que serão realizadas pelo centro histórico da capital, com os alunos do 8º e 9º anos da rede municipal, difundindo e sensibilizando os adolescentes sobre a importância da preservação do patrimônio histórico e cultural de João Pessoa. O projeto Educação Patrimonial teve início na terça-feira (08), na Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes e será encerrado nesta sexta-feira (11).

A iniciativa é da Coordenadoria de Proteção dos Bens Históricos e Culturais do Município de João Pessoa (Probech-JP), juntamente com as secretarias de Educação (Sedec), Turismo (Setur) e o Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan).

Durante a formação, os alunos discutem a importância da preservação do patrimônio histórico e da identidade local e dos tipos de patrimônio cultural. Avaliam também o patrimônio imaterial que envolve o registro dos saberes, dos lugares, das formas de expressão e das celebrações culturais de cada povo. A legislação de preservação, da identidade e memória na perspectiva da valorização do Centro Histórico da capital também está sendo abordada.

Fonte: UFPB

Para a professora do departamento de Arquitetura da UFPB e colaboradora do projeto, Maria Berthelde Moura, o trabalho é importantíssimo, pois ajuda a promover a consciência da população para a preservação de sua história. “É necessário que as pessoas se sintam parte de tudo isso e tome para si uma parte da responsabilidade da preservação de todo esse patrimônio, preservando não só os monumentos históricos, mas sua cultura como um todo” declarou. O projeto consta ainda de aulas práticas, com a visitação de locais de importância histórica para a cidade, a exemplo dos conjuntos das carmelitas e franciscanos na cidade alta e Porto do Capim, Hotel Globo e casarões históricos no largo de São Frei Pedro Gonçalves na cidade baixa.

Os alunos da UFPB foram selecionados nas coordenações de seus respectivos cursos e sua formação é mais uma etapa do projeto Educação Patrimonial que já foi realizado com professores da rede em escolas situadas dentro do perímetro do Centro Histórico da Capital.

Saiba mais
Fonte: www.clickpb.com.br

Projeto que valoriza tato, olfato, visão e audição e reúne Faop, Iphan e Ufop redescobre detalhes de Ouro Preto e promove a preservação da cidade.

A textura das paredes, o cheiro dos becos e córregos, o som das ruas, os detalhes quase imperceptíveis de casas, igrejas e monumentos. Mais do que uma vivência diferenciada da cidade, o projeto Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania sugere uma interpretação do patrimônio cultural de Ouro Preto por meio da percepção sensorial do ambiente. A iniciativa, que vem sendo desenvolvida no ano de 2009, é uma ação de educação patrimonial voltada para a comunidade ouro-pretana e para os estudantes da Ufop e tem como objetivo aprofundar o conhecimento da comunidade sobre sua cultura, arte e história.

Desenvolvido em parceria entre a Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) por meio de roteiros diversificados, o projeto permite que as pessoas tenham a oportunidade de conhecer e descobrir particularidades e segredos de Ouro Preto. As visitas são assistidas por 10 monitores, alunos do curso de Artes Cênicas e Turismo da Ufop.

Roteiros

O projeto Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania apresenta Ouro Preto pelos sentidos – tato, olfato, visão e audição. Estruturado em roteiros sensoriais que procuram abordar conteúdos de arte, cultura, história, além de particularidades dos elementos de identidade do patrimônio cultural e natural de Ouro Preto, a iniciativa permite uma vivência diferenciada da cidade, conduzindo os participantes a uma fruição estética de Ouro Preto, por meio de seu patrimônio cultural.

Cada roteiro é iniciado com dinâmicas de sensibilização e terminado com rápidas oficinas de registros de impressões, para troca de sensações e experiências. No roteiro 1 as pessoas saem do adro da Igreja São Francisco de Assis e seguem até o Núcleo de Arte da Faop – antiga casa do Presidente Pedro Aleixo e do artista plástico Guignard – no bairro Antônio Dias.  No roteiro 2, a saída é do Complexo Cultural Bernardo Guimarães, sede administrativa da Faop no bairro Cabeças, até adro da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

Já o roteiro 3, começa no adro da Igreja Nossa Senhora do Rosário até a antiga Casa da Baronesa, sede do escritório técnico do Iphan. Atendendo a demanda do público, foi formatado um roteiro Noturno,  com saída da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, até a Matriz de Nossa Senhora do Pilar.

Durante os roteiros, de forma lúdica, as informações são passadas aos participantes que, conhecendo melhor sua cidade, poderão “(re)construir as relações entre passado, presente e futuro, transformando suas atitudes em relação ao universo histórico-cultural em que vivem”, comenta o arquiteto, professor efetivo do Departamento de Turismo da UFOP e um dos coordenadores do Sentidos Urbanos, Juca Villaschi.

O projeto teve início como programa de disciplina e, em seguida, como projeto de extensão universitária do Departamento de Turismo da UFOP. “A metodologia do projeto foi desenvolvida a partir da disciplina Percepção e Interpretação do Patrimônio Histórico Ambiental Urbano, fundamentada nos estudos da Fenomenologia da Percepção de Merleau Ponty”,  explica Juca Villaschi. Atualmente o projeto foi ampliado e celebra parceria entre a Faop, entidade vinculada à Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, a Ufop e o Iphan.

A presidente da Faop, Ana Pacheco ressalta a importância da integração que um projeto como o Sentidos Urbanos possibilita. “Essa iniciativa nos permite sensibilizar a comunidade ouro-pretana para a preservação patrimonial, a valorização dos bens utilizados por ela no seu dia-a-dia, intensificando a máxima de que só cuidamos daquilo que conhecemos e gostamos”, diz.

Segundo a coordenadora executiva do projeto e técnica do Iphan, Simone Monteiro, os roteiros organizados estão dirigidos ao uso dos sentidos. “Pretende-se assim que, ao serem explorados caminhos cotidianos, seja aguçada a consciência temporal e espacial, transformando espaços indiferenciados em lugares onde as pessoas se reconheçam, ampliando a percepção dos ambientes diferenciados e construindo valores necessários à preservação do patrimônio cultural local”, comenta.

Os roteiros são gratuitos. As instituições e pessoas interessadas em participar de um dos roteiros do projeto Sentidos Urbanos, podem agendar pelo telefone (31) 3551 3099 ou pelo endereço eletrônico sentidosurbanosop@gmail.com.
Maiores informações podem ser acessadas pelo blog do projeto: www.projetosentidosurbanos.blogspot.com

Serviço
Sentidos Urbanos: Patrimônio e Cidadania
Projeto redescobre detalhes de Ouro Preto e promove a conscientização da preservação da cidade.

Roteiros podem ser marcados no Escritório Técnico do Iphan em Ouro Preto através do telefone (31) 3551 3099 ou pelo endereço eletrônico sentidosurbanosop@gmail.com.

Coordenação Executiva
Simone Monteiro/Iphan

Coordenação:
Juca Villaschi/UFOP
Ana Pacheco/FAOP

A Superintendência do Iphan-Rio convida para a palestra

A CIDADE E SUAS MÚLTIPLAS DIMENSÕES

baseado no livro

Juiz de Fora: Projetando Memória

Sávio Guimarães

Arquiteto e Urbanista da UFJF/MG

Mestre pela UFF/RJ

Doutorando pelo IPPUR/UFRJ

Local:
Palácio Gustavo Capanema – Auditório Moniz Aragão
Rua da Imprensa, 16 – 7º andar – Centro/RJ

Data:
10/07/2009, às 14 horas

E N T R A D A   F R A N C A

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Informações pelo telefone: (21) 2203-3129

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Apostando na descoberta de pertencimento a uma cultura como sendo a melhor forma de preservá-la, o livro a ser apresentado foi iniciado durante a primeira experiência como professor do Curso de Arquitetura da UFJF/MG a partir de diferenciadas representações gráficas da arquitetura local propostas aos alunos do curso. Posteriormente, visando ampliar o potencial informativo dos desenhos, o trabalho foi complementado com textos e fotografias que reforçam as múltiplas dimensões da arquitetura e de memória a ela agregada por meio de algumas associações temáticas entre as edificações de uma cidade e representatividades humanas célebres ou anônimas de algum modo ou em algum momento relacionadas à arquitetura, cenário de tantos acontecimentos importantes à história de todos ou à história de cada um, e, desse modo, auxiliares na percepção do aspecto humano da arquitetura, uma manifestação cultural produzida pelo homem e para o homem.

Hoje são muitos os projetos no âmbito da Educação Patrimonial que têm contribuído para o necessário reconhecimento e a valorização das diversas manifestações culturais locais de grande importância a seus praticantes por configurar sua identidade e, deste modo, provê-los de um referencial, seja baseado na tradição ou em um redirecionamento consciente. Sendo assim, a publicação deste trabalho possibilitada por Lei de Incentivo à Cultura, somada à sua distribuição a Instituições Culturais e de Ensino e à sua divulgação, tem como objetivo, além de estreitar o relacionamento entre o meio acadêmico e a sociedade, auxiliar no desenvolvimento de projetos similares com o patrimônio material e imaterial que busquem identificar as práticas culturais de um lugar e auxiliem na conscientização da necessidade de lutar pela preservação, melhoria, ou criação de espaços representativos das várias práticas culturais que configuram cada cidade.

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